Os Falsos Amigos Mais Comuns Entre Português e Inglês
Descobre as palavras que parecem iguais mas têm significados completamente difer…
Erros que 90% dos aprendentes portugueses cometem. Conhecer os teus erros típicos acelera o progresso.
Quando aprendes inglês a partir do português, o teu cérebro faz transferências linguísticas. Algumas palavras soam parecidas. A estrutura gramatical parece similar. Mas não é. E é aqui que começam os problemas.
A boa notícia? Estes erros são previsíveis. Se sabes quais são as armadilhas comuns, consegues evitá-las. Não é mágica — é apenas conhecimento. E é exatamente o que vamos explorar aqui.
Em português, usamos o mesmo verbo para quase tudo — fazer. Em inglês? Completamente diferente. “Make” é para criar ou produzir. “Do” é para ações ou atividades.
Errado: “I make the homework” | Correto: “I do my homework”
O português permite frases sem sujeito. “Fui ao mercado.” Funciona. Em inglês, nunca. O sujeito é obrigatório em quase todas as frases.
Errado: “Is important to study” | Correto: “It is important to study”
O presente perfeito em português não é o mesmo que o present perfect em inglês. Muitos portugueses usam o simple past quando deviam usar o present perfect, ou vice-versa.
Errado: “I went to London three times already” | Correto: “I’ve been to London three times”
Este guia é material educacional para ajudarte a compreender erros comuns em inglês. A aprendizagem de idiomas é individual — o teu progresso pode variar consoante a tua dedicação, contexto e métodos de estudo. Não substitui aulas formais ou tutoria profissional. Para ajuda personalizada, recomenda-se consultar um instrutor qualificado.
As preposições são onde muitos portugueses têm mais dificuldade. “In”, “on”, “at” parecem pequenas palavras. Mas as regras? Inconsistentes e frustrantes.
“I’ll meet you at 3 pm” / “She lives at the beach”
“I was born in 1990” / “See you in May”
“On Monday” / “On the 15th of May”
O segredo? Não tentar aprender “regras gerais”. Memoriza frases inteiras. “At home”, “in the morning”, “on time”. O contexto fica. As regras? Menos.
Sempre que cometeres um erro (em conversas, escrita, ou exercícios), anota-o. Não no fim da semana — no momento. Escreve o erro e a versão correta. Depois revê a tua lista uma vez por semana. Os padrões aparecem rapidamente.
Aprender “make” sozinho não funciona. Mas aprender “make a decision”, “make a mistake”, “make time”? Agora sim. As palavras ganham contexto e a tua mente consegue usá-las corretamente depois.
O ouvido aprende muito. Quando lês frases corretas em voz alta — artigos, blogs, histórias — o teu cérebro absorve os padrões. Depois, quando falas ou escreves, esses padrões já te vêm à mente naturalmente.
Não precisa de um professor para corrigir os teus erros. Existem ferramentas que fazem esse trabalho.
O truque é usar estas ferramentas não para evitar pensar, mas para aprender enquanto usas. Lê a correção. Compreende o porquê. Memoriza. Depois aplica a próxima vez.
Os erros não são falhas. São sinais de progresso. Significa que estás a tentar, a praticar, a crescer. Cada erro que identificas é um erro que não vais repetir novamente. E isso é exatamente como se aprende.
Começa pequeno. Escolhe um dos erros que leste aqui — talvez seja o “make” vs “do”, ou as preposições. Foca-te nesse durante uma semana. Lê exemplos. Pratica. Nota-o quando vires. E quando sentires que já dominas esse? Move-te para o próximo.
O progresso em inglês não é linear. Haverá dias em que te sentes frustrado. Mas se souberes quais são os teus erros típicos — os erros que 90% dos portugueses cometem — já tens vantagem. Sabes exatamente onde focar a tua energia. E isso faz toda a diferença.
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